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Quais as consequências da preguiça no ambiente de trabalho?

Por: José Roberto Marques | Blog

Todo mundo tem um dia de preguiça. São aqueles momentos em que a nossa vontade de fazer o que precisa ser feito está abaixo do normal e em que tudo parece mais difícil e cansativo do que de fato é. Já citamos aqui no blog que o cérebro, apesar de ser um órgão muito poderoso, gosta de economizar o máximo possível de energia, o que nos leva a este estado de preguiça.

O problema fica mais grave quando a preguiça não aparece em apenas um dia, mas torna-se um verdadeiro estilo de vida. Quando ela nos domina por completo, pode provocar diversos problemas, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional.

No trabalho, mais especificamente, a preguiça ganha contornos mais graves, afinal de contas, somos contratados e remunerados para exercer as nossas funções com energia e competência. Quando isso não ocorre, as consequências negativas aparecem. Neste artigo, você conferirá as principais delas. Continue a leitura para descobrir como a preguiça pode prejudicar você no ambiente de trabalho!

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1. Comodismo

Toda pessoa precisa de um mínimo de ambição para crescer em qualquer área da sua vida. No trabalho, não é diferente. Se uma pessoa ganha mil reais por mês, já deve pensar nas estratégias sobre como ganhar dois mil. Se uma pessoa é analista junior, precisa refletir sobre como ocupar, um dia, o cargo de analista pleno.

A preguiça, contudo, freia as ambições das pessoas. Ela nos deixa sempre na zona de conforto, nos levando a acreditar que nenhum esforço vale a pena e que as coisas estão bem do jeito que estão. É por causa desse tipo de raciocínio que profissionais que estão em empresas limitadas, sem a menor perspectiva de crescimento, deixam de procurar oportunidades em empresas maiores, que ofereçam planos de carreira mais atrativos.

Por isso, pode-se dizer que a preguiça nos leva ao comodismo, ou seja, à crença de que nenhuma mudança vale o esforço. É difícil, sim, crescer na carreira, ocupar cargos mais altos e ter aumentos salariais. No entanto, com a preguiça, não será apenas difícil, mas verdadeiramente impossível.

2. Baixo crescimento

Imagine que você é o chefe de um determinado departamento de uma grande empresa. Você tem dois funcionários que ocupam cargos iguais: analistas junior. Você precisa que um deles seja promovido a analista pleno. O funcionário A é extremamente pontual, assíduo e dedicado em tudo aquilo que faz. O funcionário B, porém, se atrasa constantemente, entrega os seus projetos sempre no último minuto e, com isso, deixa a qualidade cair.

Não é preciso ser um gênio para saber qual dos dois você deverá promover, certo? É claro que precisamos conversar com o funcionário B para entender se ele está enfrentando algum tipo de problema em sua vida que justifique a queda de desempenho. Contudo, se de fato for pura preguiça, o funcionário A deverá ser o escolhido.

O exemplo acima nos mostra que a preguiça é uma forma de autossabotagem, afinal de contas, ela reduz as nossas possibilidades de crescimento. Na vida empresarial, é preciso mostrar serviço. Isso não significa ser bajulador ou “aparecido”, mas ser dedicado, pontual e cuidadoso com o trabalho. Os chefes estão sempre de olho nessas atitudes!

Você é feliz?

3. Procrastinação e atrasos

Há um provérbio que diz que “a preguiça é a mãe de todos os vícios”. Você já percebeu que existem pessoas verdadeiramente viciadas em atrasos e em procrastinação? Elas agem dessa maneira com tanta frequência, que isso acaba se tornando um estilo de vida.

Dormir tarde, acordar tarde, fazer tudo correndo, chegar ao trabalho atrasado, entregar o relatório no último minuto (com perda de qualidade, é claro!), esquecer-se de compromissos — parece que o indivíduo é viciado em adrenalina. Na verdade, esse perfil de procrastinador nada mais é do que uma consequência da preguiça.

Procrastinar significa adiar a realização de uma obrigação o quanto for possível, na esperança de que exista um momento futuro em que estejamos milagrosamente mais bem-dispostos e inteligentes. O problema é que esse momento não chega, e precisamos cumprir as nossas obrigações com pressa, o que aumenta as nossas chances de cometer erros e de trabalhar com baixa qualidade. Como seremos avaliados positivamente por nossos chefes com essa atitude?

4. Pouca ou nenhuma proatividade

Antigamente, o mercado de trabalho apresentava uma dinâmica mais simples: as pessoas eram contratadas para obedecer inquestionavelmente às ordens dos seus chefes. Hoje em dia, entretanto, as empresas não contratam “cumpridores de obrigações”, mas profissionais proativos.

É claro que todos nós continuamos a obedecer às ordens dos superiores, mas as empresas procuram profissionais que vão além disso. As organizações estão interessadas em indivíduos que não apenas façam o que se pede, mas que também tenham uma visão crítica, propondo mudanças, sugerindo melhorias e identificando maneiras de aperfeiçoar criativamente os processos da organização.

O mercado atual é mais dinâmico e, até certo ponto, oferece mais liberdade de atuação ao funcionário — sobretudo nas empresas mais modernas. Ser proativo é exatamente isto: utilizar ao máximo as suas competências e as suas experiências para tornar o trabalho cada vez melhor. Fazer o que se pede já não é mais suficiente para ser promovido. É preciso ir além, mas os indivíduos preguiçosos não fazem isso.

5. Problemas de relacionamento

Por falar em proatividade, existem profissionais que são zero proativos. Sabe aquele indivíduo que percebe que há um problema à vista, mas não faz nada para evitá-lo porque “não é sua obrigação”? Aquele colega que vê algo de errado acontecendo, mas que só vai consertar se o chefe mandar? Pois é, as empresas estão cheias desse tipo de funcionário preguiçoso, que não quer se comprometer com absolutamente nada que não lhe seja ordenado.

Esse tipo de pessoa é aquele que responde: “Não vou fazer isso por que não é minha função. A culpa é do fulano!”. Naturalmente, esse tipo de indivíduo que se esquiva de responsabilidades e aponta culpados cria problemas de relacionamento. A preguiça é também uma forma de ser egoísta, pois anula completamente qualquer espírito de altruísmo, cooperação e trabalho em equipe.

Como você pode perceber, a preguiça no ambiente de trabalho traz muitas consequências negativas: comodismo, baixo crescimento, procrastinação, atrasos, ausência de proatividade e conflitos entre colegas. Se você deseja prosperar em sua área profissional escolhida, deverá combater a preguiça e desenvolver uma rotina que aumente a sua energia. É claro que há dias em que a preguiça bate — é assim para todo mundo. Apenas não podemos permitir que ela se instale definitivamente em nossas vidas!

E você, querida pessoa, tem sofrido com a preguiça? O que você tem feito para combater esse problema na sua rotina profissional? Compartilhe as suas estratégias deixando um comentário aqui no espaço abaixo. Além disso, que tal compartilhar este artigo com aquele seu amigo ou familiar preguiçoso? Publique o texto acima nas suas redes sociais!

Imagem: Por eggeegg

José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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