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Gestão do Capital Humano

Por: José Roberto Marques | Blog

Conheça as estratégias de RH mais eficientes para ter o melhor quadro de colaboradores | créditos da imagem: alexraths

Empresas são resultados de pessoas. Portanto, o bem mais precioso de uma corporação é o seu capital humano. Ter no quadro de colaboradores profissionais talentosos, especializados e proativos faz com que a empresa se torne mais competitiva no mercado.

O grande desafio das organizações é investir em boas condições de trabalho, mas também mostrar aos seus colaboradores que se preocupam com o seu bem estar e com o seu desenvolvimento, tanto pessoal quanto profissional. Visto que a mão de obra especializada está cada vez mais escassa, a companhia necessita de criar meios para investir e reter os seus colaboradores, iniciando as estratégias de retenção desde a seleção dos talentos.

O que é a gestão do capital humano?

O capital humano de uma organização é composto não apenas pela quantidade de pessoas que nela trabalham, mas também pela soma de seus conhecimentos, competências e valores que podem ser agregados às atividades da empresa. Por isso, toda e qualquer empresa que deseje vencer a concorrência por meio de missão, visão, valores, produtos e serviços de qualidade precisa olhar com carinho para o seu capital humano.

Por mais que uma empresa invista de forma considerável em otimização de processos e em tecnologia, é inegável que sempre haverá uma pessoa no comando dessas operações. Em muitos aspectos, a mente humana é insubstituível. A máquina pode calcular milhões de dados, mas somente a interpretação humana pode atribuir-lhes significados contextualizados.

Por este motivo, a gestão do capital humano ocorre em todos os processos de interação entre os colaboradores e a empresa. Atração, seleção, capacitação, avaliação, desenvolvimento e retenção são as principais etapas desse processo.

Principais áreas da gestão do capital humano

Agora que você já tem uma visão geral sobre o conceito de capital humano, podemos nos dedicar a compreender melhor as suas principais áreas e ferramentas. Confira-as a seguir.

1. Recrutamento e seleção

O processo de recrutamento e seleção tem por objetivo atrair e selecionar os profissionais mais adequados para o desempenho de uma determinada função. Os processos seletivos podem ser compostos por análises de currículo, entrevistas, dinâmicas de grupo e testes psicológicos, entre outros, ou por conjugação de vários destes, dependendo da política e prática da organização.

A empresa deve avaliar a necessidade de repor vagas de funcionários que saíram da empresa ou a abertura de novos cargos para dar início a este processo. Nesse sentido, é preciso saber quais cargos estão disponíveis e qual é o perfil profissional necessário para ocupar esse cargo. Esse perfil deve levar em consideração as competências técnicas que a vaga exige e também as competências comportamentais que compõem a cultura da própria empresa.

2. Headhunting e análise de competências

Headhunting é uma abordagem confidencial e direta específica para o recrutamento e a seleção de profissionais de quadros superiores, com o objetivo de selecionar os profissionais que se destacam no seu setor de atividade, quer pelos seus conhecimentos técnicos, quer pela sua experiência.

A prática, hoje em dia, tem sido popularizada em processos seletivos em geral, mas é mais comumente utilizada na contratação de executivos e de pessoas para cargos de liderança. É um processo bem mais detalhado, que leva em consideração não apenas a experiência do indivíduo e os seus saberes técnicos, mas também a compatibilidade do seu perfil com o perfil da empresa.

3. Assessment

Depois que o profissional adequado for contratado e criteriosamente alocado em cargos e departamentos compatíveis com o seu perfil, é preciso dar-lhe as orientações necessárias para que faça um bom trabalho. De tempos em tempos, é necessário também que o seu gestor realize avaliações de desempenho com feedback, apontando os fatores que estão atingindo as expectativas, bem como aqueles que ainda precisam de melhorias.

Você é feliz?

Nesse sentido, o assessment é uma metodologia de avaliação que consiste na análise de comportamentos baseada em múltiplos aspectos. Para isso, a técnica se utiliza de diversas técnicas, métodos e instrumentos de avaliação, baseados nas competências a avaliar.

Atualmente, o Instituto Brasileiro de Coaching – IBC possui o software mais avançado e efetivo — o Coaching Assessment —, utilizado pelas maiores referências do mercado, como Petrobras, Banco do Brasil, Embrapa, Volkswagem, Grupo Muffato, Caixa Econômica Federal, Itaú, Magazine Luiza, Wickbold, Cevasa, entre muitas outras.

4. Treinamento, desenvolvimento e capacitação

Além de apontar os aspectos em que o colaborador deve melhorar, as empresas mais modernas também oferecem sugestões práticas para que isso ocorra. Estamos falando dos programas de treinamento, desenvolvimento e capacitação de pessoas. Nesses programas, são oferecidos aos colaboradores cursos, treinamentos, palestras, workshops e materiais de apoio para que aprendam novos conhecimentos e para que revisem aquilo que já era de seu saber.

Esses programas geralmente são desenvolvidos pelo departamento de recursos humanos, em parceria com os gestores dos diferentes setores da empresa, cobrindo os conteúdos mais essenciais em cada área. Eles são importantes indicadores do quanto a organização preocupa-se com o desenvolvimento de si e de cada funcionário, individualmente, investindo diretamente em sua própria formação.

5. Outsourcing

O termo outsourcing refere-se ao ato de terceirizar um serviço não considerado central para os negócios, de modo que seja executado por uma empresa externa. Tal processo permite que uma organização não se comprometa com recursos cujo desempenho não é crítico para a organização, para se empenhar em atividades que constituem fatores de alto impacto nos resultados e no crescimento da mesma.

Assim, uma empresa de arquitetura pode focar os seus esforços no core business do negócio (a execução dos projetos arquitetônicos), deixando questões de marketing e de contabilidade, por exemplo, nas mãos de outras empresas especialistas nesses assuntos.

6. Outplacement

Por fim, o outplacement é uma forma de ajudar ex-colaboradores a prosseguirem a sua vida profissional. Na maior parte dos casos, isso significa encontrar-lhes uma nova oportunidade profissional. A empresa prestadora de serviços nessa área pode trabalhar num caso individual ou com um grupo de pessoas.

Por exemplo, em caso de necessidade de redimensionamento de mão de obra por razões estruturais ou outras, é comum as entidades mais organizadas prepararem os trabalhadores-alvo a serem dispensados para os desafios do mercado. Em outras palavras, o outplacement é um conjunto de medidas que as empresas realizam para promover os desligamentos de funcionários com mais dignidade.

Essas medidas incluem auxiliar os profissionais demitidos na procura por um novo emprego ou mesmo na edificação de um negócio próprio. Isso pode envolver atualizar os currículos, receber orientações de marketing pessoal, participar de workshops e palestras sobre o mercado de trabalho e ter assistência psicológica nesse momento delicado.

Utilize bem a variedade de recursos disponíveis para fazer a gestão dos talentos de sua empresa da maneira mais efetiva possível. Dessa forma, que você possa gerar resultados satisfatórios em curto, médio e longo prazo, garantindo crescimento contínuo.

E você, o que pensa sobre as estratégias de gestão do capital humano? Deixe um comentário com a sua opinião no espaço abaixo. Por fim, não se esqueça de compartilhar este artigo com os seus colegas de trabalho e com quem mais possa se beneficiar destas informações, por meio das suas redes sociais!

Imagem: Por Wright Studio

José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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