Feedback Corretivo – a ferramenta de aprimoramento do colaborador!

Por: José Roberto Marques | Blog | 12 de novembro de 2016
Feedback corretivo

Andrey Popov/Shutterstock O feedback corretivo é importante para evitar novos erros e orientar o colaborador

Esse título está entre aspas porque você sabe: não existe um feedback negativo do tipo “bronca”, mas sim o feedback corretivo. Todo retorno depende da forma como ele vai ser encarado, da forma como as pessoas envolvidas vão conduzir e perceber a conversa. Mas, se o objetivo feedback não é simplesmente tecer elogios ao interlocutor, a mesma lógica deve ser invocada quando se trata de um caso de feedback para a correção de algum fato que não está acontecendo conforme o esperado.

Não é apenas o exercício de desfiar um rosário de críticas ou o apontamento de falhas do participante porque, além de desgastar relações, os especialistas são unânimes em apontar que isso é também pouco produtivo. Por isso preferimos chamá-lo de um feedback corretivo.

Sempre há novos caminhos a serem trilhados, maneiras melhores e mais eficientes de se desempenhar uma tarefa e inclusive de marchar nesse caminho. Mais do que uma necessidade de aprimoramento, é quase uma imposição do mundo e do mercado nos dias atuais. Quem decide ficar estanque corre sérios riscos de ser atropelado. Tudo isso por si só já mostra a necessidade constante do feedback.

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A Importância do Feedback Corretivo

Mesmo quando tudo parece correr bem no processo produtivo no trabalho, pode-se ao menos buscar novas formas de aumento da satisfação, para que os profissionais se sintam ainda melhores no desempenho das suas funções. Identificar a zona a ser melhorada é algo que pode ser feito através dessa forma de feedback.

Mas, para além dessas utilidades, digamos, menos notórias para o feedback que se considera corretivo, há também uma gama de razões quando se trata de provocar uma mudança de hábito ou de comportamento por parte do colaborador. E se como foi enfatizado acima, o feedback é o mecanismo por excelência através do qual se deve dirigir reconhecimentos ou elogios a alguém, podemos também dizer que o equivalente se dá para o feedback de correção.

Você é feliz?

De maneira geral o feedback sempre é bastante positivo! E nem é preciso reler a frase para ver se você entendeu corretamente, afinal, é isso mesmo. Apesar de o nome sugerir algo ruim, com uma carga emocional negativa, ele se torna positivo na medida em que desencoraja uma atitude inadequada, sinalizando a quem o recebe que há pontos a serem consertados ou alterados.

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O negativo do nome está na resposta que se dá sobre os acertos do seu interlocutor e não no efeito dessa forma específica de feedback, que na prática possibilita uma alteração de estado pela qual todos tendem a sair ganhando.

Pedir para que alguém entre na linha, mude uma forma de atuação ou entre em sintonia com o ritmo de uma equipe, é sempre algo muito delicado. Abre porta para melindres e faz brotar inconformismos, principalmente de quem tem sua atenção chamada. Por isso, o feedback corretivo deve ser também procurado como uma solução para advertir ou simplesmente demonstrar algum nível de discordância com alguém.

Dificuldades de entendimento ou tentativas de ajustar uma conduta, que não se enquadra perfeitamente dentro do que é desejável: são desafios do cotidiano de qualquer ambiente profissional. Daí que vem a importância de se poder contar com um foro que sirva justamente para dirimir as dificuldades nesse momento.

Quando, no entanto, for o caso de fazer críticas ao colaborador é sempre importante ter certo zelo com as palavras e um tato com o discurso em geral. Dizer o que precisa ser dito, mas da maneira errada, com a entonação imprópria e as palavras mal escolhidas, contribui mais para que o problema se agrave do que para que se chegue a uma solução.

José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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