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Solidão – Você sabe lidar com ela?

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Antonio Gillem/ Shutterstock O ideal é sentir-se bem tanto sozinho como na companhia de parentes e amigos

O que você sente quando está sozinho? Esta situação é confortável para você? Prefere ter contato com outras pessoas ou ficar só? Para muitos a solidão é sinônimo de tristeza e vazio existencial, entretanto, se olharmos pelo lado positivo, ela também é uma grande oportunidade de autoconhecimento.

O ideal é buscar conquistar o equilíbrio emocional que permita à pessoa estar bem, tanto sozinha como na companhia de seus familiares, amigos e colegas de trabalho. Porém, muitas vezes, em decorrência de problemas emocionais e psicológicos, muitos indivíduos acabam se isolando e preferindo ficar solitários, permanentemente.

Quando a Solidão é Positiva

Inevitavelmente todo ser humano necessita de um tempo para si mesmo. Estes momentos servem para nos conhecermos melhor, refletir sobre nossos comportamentos, avaliar nossa vida, bem como os sonhos, metas e objetivos que conquistamos até então.

Serve ainda para nos reconectarmos à nossa essência, planejar novas realizações, nos mantermos mais focados nos estudos, projetos, trabalhos, ou simplesmente, concentrados na leitura de um bom livro.

Nestes contextos, podemos perceber os momentos de solidão como extremamente necessários para nos conectarmos aos nossos desejos mais íntimos. Eles são importantes ainda para aprendermos a direcionar nossa motivação, força, foco e empenho em prol das realizações de curto, médio e longo prazo que buscamos.

Tudo começa com um pensamento intrínseco, uma vontade interior de fazer diferente. Geralmente as boas ideias também nascem quando estamos sozinhos, pois assim, conseguimos ouvir nossa voz interna, interagir com ela e planejar nosso futuro, do nosso jeito.

Solidão em Excesso – Ligue o Alerta!

 Embora haja um lado positivo, na maioria dos casos, o excesso de solidão esconde problemas sérios ligados a dificuldades no relacionamento interpessoal, social e afetivo. Por isso, é importante ficar atento a pessoas que passam longos períodos, em isolamento, e que evitam, veementemente, qualquer contato com espaços públicos e demais indivíduos à sua volta.

Muitas vezes, esse traço de personalidade, que até certo nível é comum e muito frequente entre pessoas introvertidas, por exemplo, pode evidenciar problemas mais graves como: depressão, ansiedade social, síndrome do pânico e agorafobia (Medo de estar em locais públicos), entre outros.

Por isso, se você perceber, em pessoas próximas, uma preferência excessiva pelo isolamento, como também comportamentos exagerados, que evidenciam grande desilusão com a vida e fobias sociais; procure ajuda imediatamente, para que seu parente, amigo, ou mesmo você, possam receber um diagnóstico efetivo e tratar o distúrbio corretamente. Fique atento e boa sorte!

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