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Síndrome da Dependência do Amor Negativo – Parte 4

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Síndrome da Dependência do Amor Negativo - parte 4

Bikeriderlondon/Shutterstock A Síndrome da Dependência do Amor Negativo pode ser vencida e o processo de identidade ajuda diretamente a que as famílias conquistem maior equilíbrio e construam relações mais positivas e felizes

Na última parte da abordagem sobre o tema da Síndrome da Dependência do Amor Negativo, vamos falar do processo de Identidade e como isso impacta positivamente na ressignificação dos eventos ruins causados por este tipo de dependência. Convido você a continuar lendo este texto até o final e a entender melhor como podemos superar este problema e ter uma vida mais plena e feliz, aqui e agora.

Quando uma criança passa por uma situação traumática com seus pais, ela pensa que nunca repetirá o mesmo com seus filhos. Quando adultos se reprimem tanto, que “explodem” em ataques e comportamentos compulsivos, repetindo o padrão negativo, para com seus filhos. Estes são alguns dos impactos da dependência negativa.

Quando isso acontece, nossa “criança interna” está demonstrando para os pais que está fazendo o mesmo que fizeram com ela, com o objetivo de pedir amor. Enquanto isso, ao mesmo tempo, surge o sentimento de remorso e de impotência em poder mudar essa situação. Isso não importa se os pais estão vivos ou mortos.

Lembrando que atitudes de superproteção dos pais também podem gerar adultos com problemas de aceitação. Os pais devem orientar os filhos para o caminho da realização. Bob Hoffman afirma que dependência de drogas, alcoolismo, violência familiar, entre outros comportamentos negativos, têm raízes na Síndrome do Amor Negativo.

A Importância de Amar e Ser Amado

Só podemos amar alguém quando sabemos amar, quando temos esse sentimento dentro de nós. Precisamos aceitar amar e ser amados, ter reciprocidade. Amamos sem esperar nada em troca, nem ser aceito, nem reconhecido, apenas como reciprocidade. Pessoas que carregam a Síndrome do Amor Negativo, são impedidas de amar, em um vício compulsivo pela busca da aceitação, o preço é alto, uma vida sem escolhas.

Podemos sim, trabalhar de forma positiva esses pontos, para eliminar esses bloqueios e comportamentos altamente nocivos, que nos impedem de nos relacionarmos de forma saudável, com nós mesmos e com os outros. Precisamos estar atentos a nós mesmos, precisamos estar abertos a reconhecer nossas falhas e aceitar a mudança. Não é tarefa fácil, mas é possível. Não há o que temer, mesmo que seus pais tenham dito que você não teria de forçar o suficiente, saiba que você tem. É preciso encarar a realidade.

Tudo que foi programado na sua mente pode ser reprogramado, o primeiro passo é reconhecer. Todos nós podemos recriar nossa história e lidar com ela. Bob Hoffman conceituou o ser, em quatro aspectos: físico, emocional, intelectual e espiritual, formando um sistema interligado e único.

Os aspectos não físicos – emocional; intelectual e espiritual – representam a trindade, visto como um só membro, mesmo podendo serem vistas separadamente. A programação negativa se encontra na dualidade – emocional e intelectual, controlando nossas vidas. Nesse sentido, a quadrinidade busca a harmonia do ser, em todos os seus aspectos, em um sistema único.

O Processo de Identidade Para vencer o Amor Negativo

Afinal, que é você? Que tipo de pessoa você é? Quais seus valores? Suas crenças? O que você faz para tornar o mundo um lugar melhor para se viver? Suas atitudes e comportamentos são positivos ou negativos?

Refletir sobre essas questões nos faz pensar em nossa missão de vida, no legado que gostaríamos de deixar. Por isso, compreender de onde viemos, quais foram às referências em nossa infância, no nosso processo de formação nos trará uma visão mais clara do que foi adotado e pode ser trabalhado de forma a contribuir com nossa verdadeira missão de vida.

São as nossas crenças que direcionam nossas vidas, são elas que permitem ou não nossas ações. Devemos pensar nos papéis que assumimos em nossas vidas e àqueles que nos incomoda devem ser substituídos pelos que nos realmente queremos na essência.

O autoconhecimento é o primeiro passo para identificar seu propósito de vida. Segue aqui alguns questionamentos acerca da sua identidade:

• Quem eu realmente sou? Qual a minha essência?
• Quais são minhas qualidades e como posso utilizá-las para dar minha contribuição para o mundo?
• Quais são meus 5 maiores talentos?
• Quando penso em mim, quais são as principais características que me vem a mente?
• O que realmente me dá prazer e que eu gostaria de fazer sempre?
• O que me faz sentir vivo? O que me faz vibrar?
• O que me faz feliz? O que me faz sorrir?
• O que faz meu coração se aquecer e bater mais forte?
• Qual a atividade que me leva a esquecer o tempo?
• O que eu defenderia com unhas e dentes?
• Como eu quero que os outros se lembrem de mim?
• Qual o legado eu quero deixar?

Depois de responder essas questões, reflita sobre cada resposta e identifique o que deve ser trabalhado. Se estiver tudo dentro do que você acredita, vá em frente. Clique aqui para ler os artigos complementares: Síndrome da Dependência do Amor Negativo – Parte 1 e Síndrome da Dependência do Amor Negativo – Parte 2.

E se você quer viver o seu processo de identidade e superar os momentos de dificuldade da infância que afetam diretamente seus resultados em sua vida adulta, permita-se viver um intenso e poderoso processo de autoconhecimento e evolução em todos os sentidos. Faça a formação Professional & Self Coaching – PSC; trabalhe a sua identidade e ouse ir além!

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