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Efeitos da falta da educação financeira nas escolas

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Tom Wang/ Shuuterstock Ensinar Educação Financeira para as crianças na escola é essencial para formar jovens e adultos mais equilibrados financeiramente

Tanto em casa, quanto nos centros de ensino e em sociedade, educar as crianças e os jovens, para que façam uma boa gestão de seu dinheiro, é essencial. Para isso, é preciso investir em educação financeira, desde cedo, nas escolas e não apenas ensinar as matérias básicas do calendário educacional.

O grande problema, atualmente, é que maioria das escolas, do nosso país, ainda não incluiu esta temática em sua grade de ensino. Em contrapartida, de acordo com SPC Brasil, cerca de 6,3 milhões de jovens brasileiros, com idades entre 18 e 24 anos, estão endividados.

Este número alarmante é reflexo de vários fatores como: falta de experiência, vontade de consumir, ostentar, mas, principalmente, da falta de educação financeira. Esta ausência de entendimento e de conhecimento sobre as melhores formas de gerir o próprio dinheiro faz com que os jovens gastem mais do que sua rende lhes permite, e consequentemente, fiquem devendo.

Com isso, também vemos aumentar o número de pessoas que, prematuramente, já estão com restrições junto aos serviços de proteção ao crédito. Se não bastasse isso, os juros, no Brasil, estão entre os mais altos do mundo, o que faz com que as dívidas cresçam, de forma estrondosa, muitas vezes a taxas que chegam a mais de 300%, ao ano.

Como as Escolas Podem Ajudar

 O papel das escolas, na educação financeira, é fomentar, desde cedo, a importância da educação financeira entre as crianças e os adolescentes. Por isso, o quanto antes eles tiverem a consciência sobre as melhores formas de aplicar e gastar o dinheiro, naturalmente, terão também maiores chances de se tornarem adultos mais equilibrados financeiramente.

Ainda assim, é papel dos pais dar o exemplo, dentro e fora de casa. Quando isso ocorre, os pequenos acabam tendo um espelhamento positivo e podem seguir o mesmo caminho quando o assunto é dinheiro. Do contrário, ocorre a repetição dos erros e dos mesmos hábitos e práticas de consumo desenfreado.

Podemos concluir, então, que o trabalho de educação financeira deve ser feito em conjunto, ou seja, pelos pais e pela escola. Quando há esta correlação, o aprendizado se torna otimizado e, as crianças e adolescentes, têm a chance de formar uma mentalidade mais coesa com relação ao dinheiro.

Na prática, podemos perceber jovens e adultos mais equilibrados financeiramente, que são menos impulsivos e que sabem aplicar, investir e economizar dinheiro e, especialmente, que conhecem bem, as vantagens de fazer uma gestão assertiva de sua renda.

E você, como tem administrado seu dinheiro? Comente e compartilhe conosco!

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