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7 Lições sobre dinheiro que um ministro da Fazenda pode ensinar a você

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Conheça as atribuições de um ministro da Fazenda e veja como suas ações podem ajudar a planejar suas finanças | Depositphotos hjalmeida

Na última semana foi anunciado o novo ministro da Fazenda, o economista e engenheiro Joaquim Levy. Sua missão, ao assumir um dos cargos mais importantes do governo, é restabelecer a economia brasileira e devolver a estabilidade e o crescimento econômico que ficaram abalados e estagnados nos últimos anos.

Mas você sabe o que faz um ministro da Fazenda? Por incrível que pareça muitas das atribuições deste profissional estão presentes em nosso dia a dia, e podem inspirar você a organizar e planejar sua renda e ter uma vida financeira mais equilibrada e próspera já em 2015. Confira!

7 Lições sobre Finanças

  1. Faça sua gestão econômica – O papel do ministro é controlar e gerir as finanças do país, e o seu é o de fazer o mesmo com sua renda pessoal. Por isso, para não ficar no vermelho, é extremamente importante fazer um planejamento financeiro, listar e adequar os seus ganhos aos gastos visando não comprometer mais do que ganha mensalmente.
  1. Crie novas receitas– Assim como o ministro, se o dinheiro que arrecada/recebe não é suficiente para cobrir suas despesas, é necessário criar novos meios de incrementar os recursos. No seu caso, isso pode acontecer através de trabalhos como freelancer, realizados nas horas vagas, por meio de uma segunda ocupação ou mesmo de um pequeno negócio, que lhe permita ter uma renda extra e complementar.
  1. Honre pagamentos– Tanto para o país, como para qualquer cidadão, ficar com pagamentos em atraso mancha nossa reputação no mercado, como também impossibilita que possamos dispor de empréstimos e financiamentos bancários para investir em novos projetos e empreendimentos. É importante que a quitação de contas seja sempre priorizada, uma vez que isso evita o acúmulo de dívidas, os juros altos, e principalmente, que você e sua família percam a qualidade de vida e o acesso digno à – escola, moradia, alimentação, lazer e saúde, por exemplo.
  1. Controle suas dívidas – O endividamento é um dos principais problemas, tanto do governo quanto de uma família ou profissional, pois mostra má gestão financeira, desequilíbrio e que estamos gastando muito mais do que efetivamente ganhamos. Para contornar o problema é muito importante que todas as fontes de dívidas sejam identificadas, acompanhadas e, se possível, eliminadas. Caso não tenha dinheiro suficiente para fazer a quitação imediata de seus débitos, procure seus credores e proponha um acordo amigável. Mostre sua intenção positiva, exponha sua situação e busque negociar um o valor que realmente caiba em seu orçamento. E mais, procure identificar as causas reais do seu endividamento e se fatores emocionais, como: ansiedade; baixa estima; necessidade de aceitação e compulsão, por exemplo, podem estar contribuindo para isso. Caso a resposta seja sim, procure a ajuda de um especialista na área e busque entender e tratar o problema em sua raiz. Isso evitará que o transtorno persista e continue prejudicando você.
  1. Regule os gastos – Com as dívidas pagas e as contas em dia é fundamental buscar manter seu equilíbrio financeiro e evitar fazer novos gastos, não planejados. Exercite o hábito de economizar parte de sua renda mensal (10, 20, 30%), o quanto for possível, evite compras por impulso e comece a pensar e agir, racionalmente, quando o assunto for dinheiro. Tanto em casa quanto na rua, crie novos comportamentos de consumo, corte desperdícios e aquisições de supérfluos. Num curto prazo você verá resultados reais, tanto na diminuição no valor das contas, como no rendimento maior do seu salário.
  1. Busque fluidez financeira – Assim como o país, se temos contas em longo prazo (crediários, financiamentos e empréstimos), por exemplo, e conseguimos antecipar o pagamento destas dívidas, isso permite ter maior fluidez financeira para movimentar nosso capital e liberdade para fazer outros investimentos. Esta fluidez proporciona ainda a chance de analisar e decidir sobre as melhores opções de aplicação de suas economias e, com isso, rentabilizar o seu dinheiro.
  1. Planeje novos investimentos – Comprar a casa própria; trocar de carro; fazer uma viagem; pagar a faculdade dos filhos; abrir o próprio negócio: com os gastos planejados e controlados é possível ter mais possibilidades de transformar seus ganhos e economias em conquistas reais e duradouras. Essa liberdade vem com reeducação e disciplina financeira, e parte do entendimento sobre a importância de administrar as entradas e saídas de dinheiro e avaliar o melhor momento para comprar algo ou investir em novos projetos e realizações.

Como podemos perceber, direta ou indiretamente, estas dicas, que também são sete atribuições de um ministro da Fazenda, estão muito presentes em nosso cotidiano. Convido você a incorporá-las aos seus novos hábitos financeiros e já incluí-las em seu planejamento para 2015. Com certeza, trarão resultados extraordinários para sua vida.

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