Businessman,Pressing,Modern,Social,Buttons,On,A,Virtual,Background

Quais são as habilidades interpessoais mais valorizadas?

Por: José Roberto Marques | Blog

É natural que todo profissional deseje reforçar o seu rol de habilidades técnicas. Isso é possível por meio de cursos e treinamentos que aprimoram o que ele já sabe, desenvolvem novos saberes e tornam o seu currículo muito mais competitivo.

Entretanto, nem só de habilidades técnicas vive a vida profissional. Hoje em dia, o mercado de trabalho tem olhado cada vez mais para as habilidades interpessoais do trabalhador. Por isso, desenvolvê-las tem se tornado tão importante quanto adquirir as competências específicas de cada profissão. Continue a leitura deste artigo e entenda o que são as habilidades interpessoais e quais são as mais requisitadas.

Potencialize suas habilidades e permaneça em constante desenvolvimento!
Clique aqui e descubra como isso é possível! Acesse “Tudo sobre Coaching”!

O que são habilidades interpessoais?

As habilidades interpessoais de um indivíduo são aquelas que permitem que ele construa e mantenha relacionamentos de qualidade com aqueles com quem convive. Nas famílias e nos círculos de amizade, esse conjunto de habilidades é muito importante para manter a harmonia. Nos locais de trabalho, o bom relacionamento interpessoal também é essencial, já que pessoas extremamente diferentes entre si ficam várias horas por dia confinadas num mesmo ambiente.

O desenvolvimento das habilidades interpessoais favorece o alcance dos objetivos coletivos, já que pessoas que se dão bem umas com as outras tendem a ajudar-se mutuamente. Elas fortalecem o trabalho em equipe, fomentam a criatividade, estimulam a administração das emoções e incentivam o diálogo como meio de resolver conflitos.

Agora que você já sabe o que são habilidades interpessoais e qual é a sua importância, é hora de conhecer as mais solicitadas no ambiente de trabalho. Confira as 8 principais a seguir.

1. Empatia

A empatia ocorre quando uma pessoa é capaz de ouvir o que a outra tem a dizer, de compreender os seus sentimentos e de tentar imaginar como é estar na pele dela. Quando uma pessoa adota essa postura, ele abandona a ideia de ser “dona da razão”, pois compreende que outras pessoas podem ter leituras diferentes das situações que ocorrem.

Esse ato de colocar-se no lugar do outro representa um gesto de humildade e de serenidade. Você não é obrigado a concordar com a outra pessoa, mas entender a perspectiva dela já evita o surgimento de muitos conflitos.

2. Clareza de comunicação

Você sabia que a maior parte dos conflitos que surgem nas empresas é fruto de falhas no processo de comunicação? Informações sem clareza podem gerar interpretações distintas da ideia original. Por isso, ao comunicar algo, seja ao falar ou ao escrever, pense muito bem antes de se expressar. Ao fazê-lo, certifique-se de que as pessoas entenderam exatamente o que você comunicou.

Uma palavra mal escolhida ou um tom de voz inadequado podem alterar completamente a compreensão de uma mensagem. Dessa forma, reflita antes de falar ou de escrever algo. Selecione cautelosamente as palavras e modere o seu tom para que não haja desentendimentos.

3. Diálogo direto

Por falar em fazer um bom uso da comunicação para evitar conflitos, é essencial fazer uso do diálogo direto. Mas o que é isso? A ideia do diálogo direto é bem simples: se você tem algum problema com uma pessoa, converse diretamente com ela para esclarecer as suas dúvidas. Não haja por intermédio de outros indivíduos.

Você é feliz?

Nos conflitos empresariais, é comum que cada vez mais pessoas sejam envolvidas, numa espécie de telefone sem fio — que apenas distorce informações, ao invés de esclarecê-las. Evite que isso ocorra indo diretamente à fonte da sua dúvida. Construa um diálogo com a pessoa e resolva o assunto antes que ele ganhe proporções desnecessárias.

4. Educação

Essa habilidade interpessoal é tão óbvia que nem deveria aparecer nesta lista. De qualquer forma, algumas pessoas parecem se esquecer de itens básicos aprendidos ainda na infância, de modo que não custa acrescentar a educação entre os itens deste artigo.

Agir com educação é respeitar o outro, sem ofender, sem invadir a sua liberdade, sem considerar-se superior e agindo com cortesia. “Por favor”, “obrigado”, “com licença” e “bom dia” são expressões que jamais devem sair do vocabulário de uma pessoa educada. Utilize-as sempre, em nome de um relacionamento harmonioso com todos os seus colegas.

5. Inteligência emocional

Você consegue identificar as emoções que você sente? É capaz de apurar as origens desses sentimentos? Consegue administrar a intensidade das suas emoções? É capaz de agir de forma construtiva, mesmo que emoções negativas surjam, sem deixar que elas o controlem? Se a resposta a essas perguntas for “sim”, considere-se uma pessoa emocionalmente inteligente.

Infelizmente, existem muitas pessoas que não compreendem aquilo que sentem e que não conseguem administrar a sua intensidade. São pessoas que têm explosões de raiva, crises de choro, desistências de objetivos e acabam tomando atitudes precipitadas. Para não se arrepender depois, administre as suas emoções. A meditação, o exercício físico e a psicoterapia são ótimas recomendações para desenvolver a inteligência emocional.

6. Flexibilidade e tolerância

Da mesma maneira que você comete erros, as outras pessoas também cometem. É natural que você fique triste ou furioso quando isso ocorre. No entanto, procure conversar com a pessoa para entender o motivo de ela ter agido de uma maneira que não lhe agradou.

Não aja como se você fosse perfeito e jamais errasse. Perdoe, ofereça uma segunda chance. Isso não significa passar a mão na cabeça de quem erra sempre, mas ter um mínimo de flexibilidade — afinal de contas, quando você erra, você gosta de ser perdoado, certo?

7. Bom humor e resiliência

Ninguém merece trabalhar ao lado de pessoas que só reclamam, só falam mal dos outros, só criam problemas e são incapazes de pensar em soluções ou de ver o lado positivo das coisas. O mau humor de um indivíduo é sinal de falta de inteligência emocional e pode afetar o estado de espírito de toda a equipe.

Por isso, se você estiver passando por um momento difícil, não desconte nos seus colegas. Lembre-se de que é apenas um momento, que vai passar e que vai dar lugar a situações mais favoráveis. Esse é o princípio básico da resiliência: seja paciente na adversidade, pois ela vai passar, e você será capaz de superar os desafios.

8. Espírito de cooperação e altruísmo

Trabalho em equipe e egoísmo não combinam, não é mesmo? Por isso, ao lutar por seus objetivos e interesses, tenha em mente que você não precisa passar por cima de ninguém nesse processo. Veja os seus colegas como parceiros, e não como inimigos. Saiba que o espírito de equipe favorece a troca de conhecimentos, o que facilita o trabalho de todos e permite que os objetivos sejam mais facilmente alcançados.

Assim, ofereça ajuda aos seus colegas e aceite de bom grado o que eles lhe oferecerem. Aja com cooperação e com altruísmo — o oposto do egoísmo!

As oito habilidades interpessoais citadas acima estão entre as mais valorizadas, tanto na vida pessoal como na vida profissional. Por isso, para ser bem-sucedido em ambas, procure desenvolvê-las constantemente. Pelo poder do exemplo, você vai estimular muitas pessoas a agir da mesma maneira!

E você, quais dessas habilidades já estão bem desenvolvidas em sua vida? Quais delas você ainda precisa reforçar? Deixe o seu comentário aqui embaixo. Além disso, compartilhe este artigo com os seus amigos, colegas e familiares.  Ajude-os a desenvolver todas essas habilidades interpessoais tão importantes na construção de um mundo mais harmônico!

José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



*Esse conteúdo não é fonte para veículos jornalísticos ou matérias para imprensa, para utilização ou referência por favor entre em contato conosco.

Deixe seu Comentário: