lei-causa-efeito

Máxima Performance – Lei da Causa-Efeito

Por: José Roberto Marques | Blog | 05 de dezembro de 2018

Cada ação gera uma força de energia que colocamos no Universo. Não há quem esteja imune a essa lei. Todos nós recebemos de volta do Universo a energia que emanamos, que reproduzimos, os pensamentos, desejos e ações concretas. Tudo retorna. Não quem seja “injustiçado”.

Jung diz que “toda a ação gera uma força de energia que nos é devolvida na mesma espécie… Aquilo que semeamos é aquilo que colhemos. E quando escolhemos ações que trazem aos outros felicidade e sucesso, o fruto do nosso carma será de felicidade e sucesso”.

Essa lei está ligada do Carma (ou karma), que constitui ao mesmo tempo causa e efeito, porque toda a ação gera uma força de energia que nos é devolvida na mesma espécie. Essa lei nos é ensinada desde pequeninos, com frases do tipo “quem semeia vento colhe tempestades”, ou “não pode nascer um limão em uma laranjeira”.

No entanto nada é ao acaso, somos conscientes dessa reação diante da ação. Por isso, somos dotados da possibilidade de escolher. Fazemos escolhas todo o tempo: escolhemos nossa roupa, o que comemos, que caminhos seguiremos, quais músicas ou estações de rádio… mas quando se trata de nossos pensamentos e comportamentos, deixam- os de ser racionais e caímos no piloto automático do negativismo, do pessimismo, da agressão verbal e dos desejos negativos. É necessário aprendermos a também escolher nossos pensamentos e comportamentos, sob pena de não termos uma vida próspera e feliz sob pena de não termos uma vida próspera e feliz.

O behaviorismo é uma área da Psicologia que estuda os reflexos condicionados. Esses reflexos condicionados dizem respeito a como aprendemos padrões de reação diante de determinados comportamentos. Os estudiosos behavioristas observam, por exemplo, como é possível condicionar o sentimento de dor diante de um simples gesto, ao ponto de, ao fazer esse gesto diante de um animal, ele se preparar para sentir dor.

Diante de uma buzina impaciente no trânsito o primeiro impulso é o de uma agressão verbal, por exemplo. Raras vezes raciocinamos sobre as implicações dessa agressão verbal sobre a nossa vida e a do outro, sem imaginar que uma reação ainda mais abrupta da outra parte pode colocar em risco nossa segurança.

Não pensamos justamente porque, como os ratinhos de laboratório, estamos condicionados a esse comportamento. Esse é o raciocínio que nos leva a compreender que não podemos reclamar da situação em que nossa vida se encontra – se ela se encontra de forma não mui- to próspera, porque fomos nós mesmos que criamos essa realidade em nós. Se você olhar para trás por um instante e reparar nas escolhas que faz no momento em que as faz, só pelo simples ato de testemunhar as suas escolhas, você transporta todo o processo do âmbito do inconsciente para o âmbito do consciente. Este processo de escolha consciente e observada transmite-nos um grande poder.

Sempre que fizermos uma escolha, qualquer escolha, pergunte duas coisas a si mesmo, em primeiro lugar: “Quais são as consequências desta escolha que estou a fazer?”; o seu coração logo lhe dará a resposta. Em segundo lugar: “Esta escolha que estou a fazer trará alegria a mim e aos que me rodeiam?”. Se a resposta for sim, mantenha a es- colha. Se a resposta for não, se a escolha trouxer angústia a si ou aos que o rodeiam, diga não a essa escolha.

No nosso Processo Evolutivo, à medida que nós nos reconhecemos em degraus mais elevados da pirâmide, vamos desenvolvendo nosso lado mais mentalista e intuitivo. Esses nossos lados emitem sinais diante de escolhas que envolvem riscos e das quais podemos nos arrepender. Esse é um importante mecanismo que o Universo utiliza para se conectar a nós.

Transforme sua vida em uma experiência evolutiva. Será que podem- os aprender com essa experiência? Por que está acontecendo comigo? Que mensagem o Universo quer me transmitir? Como posso tornar esta experiência útil para os outros seres humanos?

A dor pode ser transformada em pérola se tomarmos consciência e atitude perante nosso carma. É preciso transcendê-lo. Transcender o carma é, segundo Jung, tornar-se independente dele. Observe cotidianamente cada escolha que você fizer. E através da simples observação dessas escolhas, traga-as para o campo do seu conhecimento consciente. Reconheça que a melhor forma de se preparar para todos os momentos do futuro consiste em ser plenamente consciente no presente.

Créditos da imagem:  Por Raywoo – ID da foto stock livre de direitos: 153477017

Deixe seu Comentário: