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Com o que você tem alimentado os seus pensamentos?

Por: José Roberto Marques | Blog

O nosso corpo precisa de determinados nutrientes para que possa desempenhar adequadamente as suas funções. Por isso, precisamos ter uma dieta equilibrada, de acordo com a saúde que queremos ter e até mesmo de acordo com a forma física desejada. Sendo assim, se você deseja perder peso, por exemplo, precisará de uma dieta diferente daquela que realizava.

Algo semelhante acontece com a nossa mente. Nós a “alimentamos” com diversos conteúdos ao longo do dia. Assim como o nutriente mantém a saúde do corpo físico, também a informação mantém a saúde da mente. No entanto, da mesma maneira como ocorre na saúde física, nem todo “alimento” da mente é considerado saudável.

Por isso, se você está deprimido, ansioso, estressado, desmotivado, sem ambição, sem coragem e reclamando de tudo à sua volta sem fazer nada de útil para melhorar a sua vida, provavelmente você precisa de uma nova “dieta” para a sua mente.

8 dicas para alimentar adequadamente a sua mente

Se você deseja um novo corpo, precisa de alimentos diferentes do que você vem consumindo. Da mesma maneira, se você deseja mudar a sua mentalidade, a sua visão de mundo e a sua saúde emocional, também precisa modificar os conteúdos com os quais você tem alimentado a sua mente. Confira as 8 dicas a seguir para orientá-lo nesse sentido.

1. Converse com pessoas que lhe fazem bem

Na vida, todos nós precisamos passar por algumas conversas desagradáveis. No entanto, há ocasiões em que temos a liberdade de escolha. Por isso, se você convive sempre com as mesmas pessoas, cujos assuntos você já conhece de trás para frente, verifique a possibilidade de interagir com novos indivíduos.

Além disso, atente-se aos assuntos abordados. A amiga que só fala mal dos outros, o colega de trabalho que só faz fofoca, a vizinha que só reclama da vida, o primo que só liga para contar tragédia — a mente absorve toda essa negatividade. Portanto, limite o tempo que você se expõe a essas pessoas e aumente a convivência com tem uma conversa mais interessante, enriquecedora e que lhe faz bem.

2. Faça da leitura um hábito

Ler é uma atividade que modifica a vida de todos. Por meio da leitura, podemos ampliar o nosso vocabulário, aprender diferentes informações, fixar regras gramaticais, potencializar a criatividade, melhorar as nossas habilidades comunicacionais e ampliar o nosso repertório cultural.

Além disso, quando lemos uma história, colocamo-nos automaticamente no lugar das personagens, o que nos leva a refletir, a pensar em soluções para os problemas da história, a compreender o universo do outro e a desenvolver a empatia de maneira geral. Esse somatório de habilidades fortalece a nossa mente e amplia a nossa capacidade de conviver com as outras pessoas de forma harmônica.

3. Antes de acreditar nas notícias, apure as suas fontes

Infelizmente, por meio da internet, das redes sociais e das mensagens de texto via celular, estamos diariamente expostos a uma série de informações que não são verdadeiras, as populares “fake news”. Assim, antes de acompanhar o noticiário ou de ler qualquer informação, verifique se a fonte desses dados é de confiança.

Além disso, acompanhe as notícias para que você esteja a par de tudo o que ocorre no Brasil e no mundo. Contudo, não se exponha ao noticiário por mais do que o necessário. Em geral, a cobertura jornalística mostra muito mais as notícias negativas do que as positivas. Por isso, evite passar o dia inteiro com a televisão ligada no jornal, por exemplo, pois isso pode deixá-lo mais angustiado e pessimista. Informe-se de maneira equilibrada.

4. Selecione o que assistir pela televisão

Por falar em jornalismo, podemos ampliar as escolhas do conteúdo que consumimos para a televisão e para a mídia em geral. Podemos utilizar os meios de comunicação para receber notícias confiáveis, aprender sobre diferentes culturas, assistir a filmes e séries de qualidade, apreciar documentários sobre os mais curiosos temas, e por aí vai. Até mesmo as musicas que ouvimos podem ter efeitos positivos (ou negativos) em nossas vidas, dependendo dos ritmos, das letras e dos sentimentos que despertam.

Você é feliz?

No entanto, a televisão, a música e a internet também estão cheias de itens de qualidade questionável e que não agregam nenhum tipo de valor às nossas vidas. É claro que você pode e deve se entreter e dar risada com algo mais leve. No entanto, entenda que a fofoca, o sensacionalismo, o palavrão e o humor caricato não trazem nada de valor à sua vida. Portanto, selecione bem a sua programação.

5. Monitore o uso das redes sociais

Tudo aquilo que vale para a televisão e para a internet em geral também vale para as redes sociais, tendo em vista que muitos produtores de conteúdo não têm nada de bom para produzir. Há, ainda, um agravante, que é o de expor as vidas das pessoas, sejam elas famosas ou pessoas anônimas que conhecemos.

Como nas redes sociais tudo é maquiado, editado, lindo e perfeito, acabamos acreditando nesse mundo de faz-de-conta. Parece que todo mundo é mais bonito e mais feliz do que nós, não é mesmo? No entanto, não se iluda. As pessoas só postam nessas redes a melhor parte delas. É muito fácil postar fotos na praia em Fortaleza, mas ninguém vai compartilhar com os amigos que está na fila do banco, certo?

Portanto, monitore o tempo que você passa nas redes sociais e não acredite muito naquilo que os seus olhos veem. Deixe bem claro para a sua mente que a sua vida não é pior do que a de ninguém. Se o jornalismo tende a “recortar” o lado ruim da sociedade, as redes sociais fazem o oposto — só mostram o lado maravilhoso, que beira a perfeição. Não é bom mergulhar nem em um lado nem no outro.

6. Conheça novos lugares

Além de conversar com diferentes pessoas e controlar o tipo de conteúdo que você consome, é importante visitar novos lugares. Conhecer diferentes bairros, cidades, estados e países, se for possível, é uma maneira de fazer com que nós nos libertemos das bolhas em que vivemos e que conheçamos diferentes estilos de vida.

Essa experiência de conhecer o que é diferente nos ajuda a combater os preconceitos e ainda é muito enriquecedora. Por isso, converse com pessoas diferentes de você, visite museus e exposições de arte e exponha-se a culturas distintas daquela em que você vive. Entenda que o mundo é muito maior do que aquilo que a sua mente percebe.

7. Alimente a sua espiritualidade

A maioria das pessoas acredita que entre o céu e a Terra existem mais coisas do que aquilo que os olhos veem. Sendo assim, o contato com uma fé específica ou, mesmo que você não siga alguma religião, com algum tipo de crença na espiritualidade, na natureza ou na energia do universo podem ser benéficos para as pessoas.

A fé de que há algum tipo de ordem em tudo aquilo que existe oferece alguma tranquilidade e paz aos nossos dias, mesmo que não possamos provar. Além disso, esse lado espiritual tende a enfraquecer o materialismo e o individualismo — dois conceitos tão problemáticos na atual vida em sociedade.

8. Procure profissionais especializados no “alimento da mente”

Alimentar a mente com conteúdos que nos fazem bem é uma importante estratégia de saúde mental. Além de prevenir a depressão e a ansiedade, por exemplo, o consumo de conteúdos de qualidade fortalece a nossa mente, nos inspira e nos motiva a alcançar resultados cada vez mais expressivos.

Quebrar crenças limitantes faz com que sejamos mais bem-sucedidos nas diferentes áreas da vida: pessoal, profissional, social, familiar, amorosa e financeira. Contudo, se estiver sentindo algum tipo de dificuldade nessas áreas, você pode procurar por profissionais especialistas nos “alimentos” da mente, como consultores, mentores, coaches e psicólogos.

E você, querida pessoa, com o que tem alimentado a sua mente? Tem colocado em prática as dicas acima? Quais? Deixe o seu comentário no espaço a seguir. Por fim, que tal levar esta reflexão a quem mais possa se beneficiar dela? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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