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A origem do dinheiro e 8 fatos sobre ele

Por: José Roberto Marques | Alta Performance

Antigamente, nas primeiras comunidades, as pessoas obtinham os produtos que queriam por meio do escambo, ou seja, da troca de mercadorias. Com o passar do tempo, porém, os homens perceberam que era difícil criar uma relação de equivalência precisa entre uma mercadoria e outra. A solução encontrada foi encontrar um objeto neutro para quantificar o valor de cada produto.

Para a confecção desse objeto, já foram utilizados diferentes materiais, como pedaços de madeira, moedas de diferentes metais e, mais recentemente, o papel. Assim surgiu o dinheiro, como uma resposta inteligente a uma necessidade humana: a troca de produtos e serviços.

O dinheiro faz parte do dia a dia das pessoas e é essencial para que elas conquistem os seus objetivos atualmente. Apesar de ser algo assim tão natural, ainda há muito tabu acerca do assunto. Para desmistificar alguns desses tabus, confira, a seguir, 8 fatos sobre o dinheiro.

1. O dinheiro é um meio, e não um fim

Muitas pessoas dizem por aí que têm o objetivo de ganhar dinheiro. Esse é um objetivo bastante incompleto. Na verdade, sem sequer é um objetivo, mas uma estratégia de vida que possibilita que vários objetivos possam ser alcançados.

Você quer ter dinheiro para que? Para ajudar alguém? Para comprar um imóvel? Para adquirir um veículo? Para fazer a viagem dos sonhos? Para abrir o seu próprio negócio? Dinheiro é um instrumento que viabiliza o alcance de metas e uma vida mais confortável. Se a sua meta for apenas ter dinheiro no banco, você jamais encontrará uma motivação concreta para trabalhar e investir até enriquecer. Tenha sonhos!

2. O dinheiro não traz felicidade para quem não sabe o que quer

O item acima nos conduz a outro ponto crucial do enriquecimento: a falta de rumo. Muita gente diz que o dinheiro não traz felicidade. De fato, ele não pode comprar amor, carinho, familiares, amigos, nem mesmo saúde.

No entanto, não se pode negar que ele ajuda consideravelmente as pessoas a terem um estilo de vida mais confortável. Ter uma casa própria, um carro, uma roupa que te faça sentir-se bem, a liberdade para passear ou viajar, verba para fazer aquela festa entre amigos ou aquele jantar mais sofisticado entre os familiares, e por aí vai. Não há como negar que o dinheiro oferece determinadas experiências que tornam a vida mais interessante.

Ninguém deve depositar toda a sua felicidade no dinheiro, mas também não é preciso ignorar a sua importância. Se você souber o que deseja, certamente o dinheiro atuará como um agente facilitador.

3. O dinheiro não muda a essência das pessoas

Algumas pessoas também afirmam que o dinheiro pode mudar o caráter de alguém, fazendo com que essas pessoas tornem-se materialistas, consumistas e egoístas. Na verdade, segundo diversos especialistas em psicologia, o que ocorre é uma intensificação dos traços que já estão presentes no indivíduo, e não uma transformação.

Isso quer dizer que, se alguém se tornou egoísta depois de ficar rico, essa pessoa sempre foi egoísta, e o dinheiro apenas tornou esse traço mais evidente às pessoas ao seu redor. Além do mais, se você é alguém verdadeiramente do bem, poderá ajudar muito mais gente sendo rico do que sendo pobre, não é mesmo?

4. Você pode mudar a sua situação financeira

Já que o assunto é crença limitante, aqui vai outra muito comum: uma pessoa só é rica se ela nascer rica, casar-se com alguém rico ou cometer alguma atividade ilícita para enriquecer. Isso não é verdade.

Você é feliz?

É perfeitamente possível enriquecer por meio do trabalho, mesmo que você tenha nascido numa condição financeiramente limitada. É claro que isso dificulta as coisas, pois o acesso ao estudo de qualidade no Brasil ainda depende de muito investimento. No entanto, há muitos casos de pessoas que enriqueceram, mesmo passando dificuldades na infância.

O saldo bancário dos seus pais não determina como será a sua vida. É você quem está no controle de sua história. Não seja conformista, OK?

5. Se você não controla o seu dinheiro, ele controla você

Você sabe exatamente quanto você ganha? Sabe quanto você gasta para manter o seu padrão de vida? Sabe quais dos seus gastos são essenciais e quais são supérfluos? Sabe quanto dinheiro você perde quando deixa de investir? Se a resposta para essas perguntas (ou para a maioria delas) foi “não”, fique sabendo que o seu dinheiro está controlando você, e não o contrário.

Quando você não tem noção desses valores, você “vai vivendo enquanto dá”, sem qualquer tipo de planejamento. Isso não apenas te impede de prosperar e de realizar os seus sonhos, como também pode te deixar bastante endividado, o que é um pesadelo para a vida financeira de qualquer pessoa.

6. Tempo é dinheiro

Esse é um ditado popular daqueles em que vale a pena acreditar. O seu dinheiro depende diretamente da forma como você emprega o seu tempo. Isso não quer dizer que você não deve fazer outra coisa em sua vida, que não seja trabalhar. De forma alguma. É preciso descansar e ter momentos de lazer.

No entanto, se você é uma pessoa produtiva e inteligente, utilize os seus dons. Além do trabalho regular, será que não sobra um tempinho para fazer aquela renda extra? Será que aquela hora que você passa cuidando da vida do outro na rede social não poderia ser utilizada para pegar um “freela”, ou para fazer algum curso profissionalizante ou sobre como investir o seu dinheiro?

7. Investir não é só coisa de gente rica

As pessoas ricas investem porque são ricas ou enriquecem porque investem? Certamente, a segunda opção é a correta. Existe certo mito financeiro de que uma pessoa só precisa administrar e investir o seu dinheiro depois de ter acumulado uma grande quantia.

Isso também não é verdade. Mesmo as pequenas quantidades devem ser bem administradas para que se multipliquem. Contudo, contar apenas com a poupança, sabendo que existem diversas opções de maior rentabilidade — tanto em renda fixa quanto em renda variável —, é perder grandes oportunidades de prosperar. Procure conhecimento, estude um pouquinho e conheça mais sobre os diversos tipos de investimento que existem.

8. Nunca é tarde demais

Por fim, mais uma crença limitante: aquela que diz que se você não enriqueceu até agora, já não vale mais a pena fazer nada nesse sentido. Na verdade, muitas pessoas só descobrem seus talentos, seus propósitos na vida e meios interessantes de enriquecer apenas depois de certa idade.

Se você tem sonhos, vale a pena dar o seu melhor, não importa quantos anos você tenha. Lutar por vida de mais qualidade e saúde é seu dever enquanto ser humano, do primeiro até o último dia da sua vida — que, aliás, você não sabe quando será. Portanto, dê o seu melhor, administre o seu dinheiro e extraia da vida todas as possibilidades de prosperar que você encontrar.

E você, como tem sido a sua relação com o dinheiro? Você se identificou com algumas dessas crenças limitantes? O que você tem feito para transformar positivamente a sua realidade financeira? Deixe os seus comentários no espaço abaixo. Certamente, você tem a aprender e a ensinar com essa troca de experiências!

Além disso, não se esqueça de compartilhar este artigo em suas redes sociais. Leve esta reflexão a todos os seus amigos, colegas, familiares e a quem mais possa se beneficiar deste conteúdo!

José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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