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Variáveis do Feedback – Conteúdo e Intenção

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Love You/Shutterstock Ao dar um feedback o gestor deve estar atento tanto ao Conteúdo como à Intenção do mesmo

A definição que fazemos de um feedback não pode se encontrar distante de algo como uma oportunidade de comunicação entre dois polos, no qual os efeitos da atuação de uma pessoa é discutida a partir de seus efeitos nos demais membros do grupo. Essa oportunidade mencionada, isto é, o processo de feedback, é composto de dois pilares fundamentais.

A despeito de todas as técnicas, formas e estratégias que podem subsidiar esta ferramenta, como as demonstradas acima, todo o trabalho de estruturação é em vão se ignorarmos as duas variáveis mais determinantes a moldar a aplicação do feedback. São duas grandezas distintas, que caracterizam qual dos dois cursos a experiência do feedback pode seguir. Como as margens de um rio, elas dão rumo e seguimento ao feedback.

Feedback – Variável Conteúdo

A primeira delas diz respeito ao conteúdo propriamente dito do feedback. Ou seja, o que efetivamente existe por trás daquela experiência entre as duas partes. A bagagem, por assim dizer, é algo importantíssimo, afinal é ela que atribui sentido a todo o processo. Sem ele este retorno seria um enorme pastel de vento, e nem saborear sua massa teria graça alguma.

O conteúdo do feedback pode ser verdadeiro ou falso. Essas duas subdivisões ilustram com que material a ferramenta está lidando e também abrem portas a diferentes roteiros e significados.

Feedback – Variável Intenção

A segunda variável fundamental em um feedback é a intenção com que esse mesmo feedback é realizado. Qual a motivação daquela conversa? O que estimula aquele diálogo a ser travado? Os objetivos e metas buscados ali constituem a intenção desse feedback. A intenção também pode ter dois tipos, sendo: construtiva ou negativa, a depender do gosto do freguês, isto é, quem pratica o feedback. Bem intencionada no primeiro caso ou com uma intenção negativa para o receptor, como ocorre no segundo caso.

Se o conteúdo (verdadeiro ou falso) tem dois tipos, ele também pode ser positivo ou negativo. Quando se tem uma intenção construtiva, o objetivo, claro, é oferecer melhorias ao receptor, fazendo com que toda a informação que chegue a ele seja convertida em mudanças para melhor. Por outro lado, se a intenção é negativa, ela é recheada com qualquer outro propósito que não o de qualificar e aprimorar o receptor da mensagem. Um feedback que não tenha uma finalidade de melhorar algo ou alguém parece algo mesmo muito incongruente, mas acredite, ele existe muito por aí…

Como líder esteja sempre atento à forma como você aplica os feedbacks em sua equipe e individualmente com cada um dos seus profissionais. Se a comunicação não estiver sendo assertiva, clara e congruente, possivelmente isso vai gerar muitos transtornos e até desmotivar o grupo.

Para evitar isso busque desenvolver modelos positivos e formas efetivas de gerenciamento do seu capital humano. Para isso, minha dica é – invista em seu aprimoramento como gestor, faça a formação Leader Coach Training, desenvolva novas competências como líder e aprenda como usar a ferramenta do feedback de modo correto e extraordinário.

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