O poder do Coaching e Níveis neurológicos

Por: José Roberto Marques | Blog | 28 de janeiro de 2015

© Depositphotos.com / olly18 Para que tenhamos excelentes resultados no processo de Coaching é necessário a expertise e a maestria na arte de se comunicar

Para que tenhamos excelentes resultados no processo de Coaching é necessário a expertise e a maestria na arte de se comunicar e de permitir ascender aos níveis do Processo Evolutivo, dentro da Pirâmide dos Níveis Neurológicos de aprendizagem e mudanças.

 

A conformidade entre o Coaching e os Níveis neurológicos

 

Existe uma congruência gigantesca entre o caminho a seguir pela aceleração do processo de Coaching, buscando metas e objetivos e o caminho a seguir pela multiplicidade de percepções trazidas pelo modelo dos níveis neurológicos da comunicação, inspirados de Gregory Bateson e introduzidos na Programação Neurolinguística (PNL) por Robert Dilts. Esclarecem-nos não só sobre categorias hierárquicas de informação respeitantes a comunicação, aprendizagem, transformação, problemas, objetivos ou conflitos, eles confrontam-nos com o que fazemos da vida, como o fazemos, em que acreditamos, e sobre o que pensamos que somos. E, no final, surge a pergunta essencial: qual é o sentido disso tudo?

Os Níveis Neurológicos, a PNL, o Processo de Coaching e os Níveis Neurológicos de comunicação, sobretudo quando postos no quadro total da nossa vida, o “objetivo último” ou “missão”, leva-nos a interrogarmo-nos sobre o que estamos fazendo e sobre o nosso objetivo de vida. É por essa razão que na PNL, o alinhamento dos níveis ocupa um lugar central. É uma ferramenta de inestimável valor para, a partir desse objetivo maior, reorganizarmos toda a nossa vida, dando sentidos às nossas ações, escolhendo os caminhos que cada um considera relevante para si na busca da sua realização pessoal.

O processo de comunicação está intimamente ligado com a acuidade sensorial do indivíduo, que é a capacidade de percepção de estímulos desenvolvida pela consciência de observar e sentir o ambiente. Essa capacidade é estimulada através dos canais de comunicação sensorial, ou seja, através de nossos olhos (Sistema Visual), ouvidos (Sistema Auditivo), nariz, boca e pele (Sistema Sinestésico) conhecidos também como sistemas representacionais.

Através dos nossos sentidos percebemos o mundo externo e processamos as informações internamente através do pensamento (diálogo interno), formando nossa representação mental individual. Quanto maior nossa capacidade de ver, ouvir e sentir o mundo – acuidade sensorial – melhor será nossa leitura de mundo e interpretação dos fatos, promovendo assim decisões mais assertivas em nossa vida. Essa representação individual é chamada de “mapa” dentro da base teórica da Programação Neurolinguística (PNL). O mapa é uma interpretação individual da realidade, o modelo de mundo de cada pessoa.

Quando as informações do mundo exterior são percebidas pelo cérebro através dos sentidos, a mente modifica as informações ao armazená-las segundo nossas crenças, valores, espiritualidade, pressuposições, profissões, experiências anteriores e cultura, tornando-as simples e aceitáveis para nós, formando nossa representação individual da informação recebida – o mapa.

A esse mecanismo que altera as informações damos o nome de “filtro”, portanto, filtro é uma espécie de lente limitada e focalizada nos conceitos, referências e experiências internalizadas de cada pessoa que não nos permite ter o contato direto com a realidade observada, pois não vemos tudo o que nos é visível como também não prestamos atenção a tudo que é audível ao ser humano, passando assim a prestar mais atenção em determinada coisa do que em outra.

Para metaforizar e exemplificar o conceito acima, vamos explicar a utilidade de um computador na visão de um engenheiro, um empresário e um estudante, provavelmente teremos três percepções diferentes, pois cada um focará determinados aspectos significativos a cada atividade exercida. Provavelmente, o engenheiro utilizará alguns termos técnicos e se preocuparia com a quantidade de memória, tipo de processador e a velocidade para que os programas utilizados em sua atividade sejam processados com maior agilidade. O empresário descreveria o computador como um equipamento que o ajuda a controlar a entrada e saída de mercadorias em seu estoque e um banco de dados de clientes e fornecedores. Por sua vez, o estudante descreveria o computador como uma ferramenta com foco de fonte de pesquisa na internet auxiliando nos trabalhos de escola e aprofundamento de conteúdos. Portanto, temos três pessoas diferentes observando o mesmo objeto (informação do mundo externo), interpretando conforme suas experiências, atividades, cultura (filtro), visto e entendido conforme sua realidade individual (mapa).

O conceito dos Níveis Neurológicos – ou a Pirâmide Pura que adaptei de Robert Dilts para construir o Processo Evolutivo – se baseia na teoria globalmente conhecida de Abraham Maslow sobre a Hierarquia das necessidades do Ser Humano. Nessa Teoria, Maslow explica que o indivíduo parte de necessidades básicas até as mais elaboradas de forma a motivar-se.

Covey adiciona que “o ser humano em sua jornada passa por sete estágios em seu processo de desenvolvimento, sendo que cada um foca-se em uma necessidade particular”. A evolução desse modelo é a Pirâmide de Níveis Neurológicos, atualmente utilizado no processo de Coaching e idealizado por Richard Barret, Robert Dilts e transcendida por José Roberto Marques.

Com o passar do tempo, as necessidades mudam, pois o ser humano muda todo momento graças à ação do ambiente externo. Essa ação de mudança tira o indivíduo de sua zona de conforto, fazendo com que este busque motivar-se de outra forma, criando consciência de seu crescimento contínuo e constante. Daí a importância de analisarmos esse modelo. Ele possibilita uma atuação mais assertiva já que estrutura o processo e as mudanças possíveis. Nesse modelo atual, existem sete níveis de evolução:

 

  1. Espiritualidade (Legado – José Roberto Marques)
  2. Afiliação (Pertencimento by Bernd Isert);
  3. Identidade (clareza de seus papeis e significado de si);
  4. Crenças e Valores (direção e motivação);
  5. Capacidades e Habilidades (direção e estratégia);
  6. Comportamento (ação e reação);
  7. Ambiente (limites e oportunidades), superficialidade.

 

Conheça a teoria do Processo Evolutivo e atinja RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS !!!! Convido você a conhecer ainda mais meu trabalho aqui. Obrigado por me permitir compartilhar, obrigado por seu tempo. Espero genuinamente, que estas palavras possam trazer mais significado para sua vida.

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