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Mulher – Aqui Jaz o Sexo Frágil!  

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Sergey Nivens/Shutterstock A mulher tem conquistado cada vez mais seu espaço e deixado para traz o estereótipo de sexo frágil

Não, a mulher não é o “sexo frágil”. Também não é o “segundo sexo”. O que coloca as mulheres na situação de fragilidade e numa suposta segunda posição da fantasiosa hierarquia dos gêneros é a cultura do machismo e do patriarcalismo.

Por isso, é importante termos discussões voltadas especificamente para as mulheres, a fim de que elas se conheçam cada vez mais, assumam seu protagonismo na vida, na sociedade e em si mesmas. Para que elas tenham as mesmas condições que nós, homens, de tomar as rédeas das suas vidas sem precisar ser à sombra do gênero oposto.

Vamos utilizar das conhecidas “sociologia dos gêneros” e “psicologia dos gêneros” para compreender um pouco desse cenário de mudança no papel da mulher na sociedade e na sua própria existência.

Em seguida compreenderemos como a mulher, tanto como coach quanto como coachee tem suas particularidades que devem ser conhecidas para que o trabalho seja sempre de sucesso.

Mulher – Vencendo Barreiras e Conquistando seu Espaço

É claro que debater a saúde da mulher, nesse sentido, é compreender um pouco também de uma “saúde social” que envolve a cultura do nosso povo. Segundo ranking anual do Fórum Econômico Mundial, o Brasil avançou 20 posições em termos de igualdade de gênero, saindo da 82ª para a 62ª posição, entre 135 países pesquisados.

O aumento da participação feminina em cargos políticos e em sistemas educacionais são os principais responsáveis pela melhoria do índice. Mas esse dado nos remete à nossa reflexão inicial: o que é gênero?

Compreendermos o sexo é simples. É uma questão biofisiológica, mas o gênero é bastante complexo, pois tem a ver com a cultura, nossa educação e as representações sociais de gênero.

O universo do ser masculino e do ser feminino é um conjunto de representações simbólicas que dizem “aqui há um macho” e “aqui há uma fêmea”. Durante séculos, na cultura ocidental, esses lugares estiveram muito bem demarcados, com fronteiras sólidas e punições para quem as ultrapassasse.

“Isso é coisa de homem e isso é coisa de mulher” diziam (dizem) os pais. Esses ensinamentos de infância refratam a realidade do trabalho e nos faz compreender porque, até hoje, raramente vemos mulheres operando máquinas, e, quando vemos, chamamos a imprensa para fazer uma reportagem, já que se torna a algo incomum, exótico, extraordinário.

Dentro desse contexto, exaltemos a personalidade transgressora da mulher e incentivemos os homens a não terem medo de pisar no solo tido como feminino. Podemos caminhar por todas essas representações, experimentá-las, nos identificarmos com elas – ou não – e construir uma identidade própria. Permita-se!

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