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Metáfora O Presente é o Amor

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Tomsickova Tatyana/Shutterstock O amor é o melhor presente que podemos dar a quem amamos

O dono de uma loja, apesar de experiente, certa vez se deparou com um fato que o intrigou e, de certa forma, impactou sua vida para sempre. O que aconteceu foi que um menino pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma muito humilde, entrou no estabelecimento desse homem e começou a procurar algo para comprar.

Depois de poucos minutos, o garoto fez sua escolha: um sabonete comum, do tipo mais barato. Então se dirigiu ao caixa e pediu ao proprietário que embrulhasse o produto porque ia dá-lo de presente.

— É para minha mãe! — disse o freguês, com orgulho.

O homem ficou extremamente comovido diante da singeleza daquele regalo, olhou com piedade para o seu cliente e, sentin­do grande compaixão, teve vontade de ajudá­-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete, algum artigo mais significativo. En­tretanto, indeciso, ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja. Devia mesmo tomar aquela atitude? O coração dizia sim, mas a mente dizia não.

O garoto, notando a in­decisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar pelo produto. Então o menino colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas de que dispunha e as colocou sobre o balcão.

O homem ficou ainda mais sensibilizado quando olhou para as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Ver o pouco dinheiro do jovem fez com que ele voltasse ao passado e se lembrasse de sua própria mãe. Ele também fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presenteá-la, mas sua precária condição financeira tornava isso difícil.

Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete? Impaciente, o freguês perguntou:

— Moço, está faltando alguma coisa?

— Não — respondeu o proprietário da loja — é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.

Na espontaneidade, o menino perguntou:

— Nem um sabonete?

Moral da história – Nosso melhor é sempre aquilo podemos fazer. Espe­rando podermos fazer algo grandioso, deixamos de agradecer, de demonstrar amor. A intenção é maior que o material.

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