Ferramentas da Qualidade – Você conhece?

Por: José Roberto Marques | Blog | 25 de agosto de 2015

Nowarit/ Shutterstock Ferramentas de Qualidade são utilizadas para analisar, organizar e balizar as ações de uma empresa

As ferramentas de qualidade são instrumentos utilizados para analisar, organizar, ilustrar, mensurar e balizar as ações de uma empresa. São baseadas em vários modelos distintos e cada uma tem função e finalidade específicas.

Neste sentido, hoje vou apresentar as sete principais ferramentas de qualidade, e mostrar como cada uma delas pode ser utilizada na prática. Confira e aprenda a aplicar estas metodologias para alavancar seus resultados e melhorar suas estratégias na empresa e na vida.

As 7 Ferramentas de Qualidade

  1. Fluxograma Esta ferramenta serve para fazer uma representação, por meio de gráficos, das informações contidas no ambiente organizacional. Muito utilizado para ilustrar os fluxos de trabalho (hierarquias), e apresentar as divisões de departamentos de uma empresa, por exemplo.
  1. Cartas de controle – Modelo de gráfico utilizado para fazer o acompanhamento do andamento e progresso de determinada demanda em execução. O gráfico possui três linhas distintas, que avaliam pontos como: hora, dia, média, amplitude. É dividido em: Limite Superior, Limite Central e Limite Inferior e, de acordo com estes, é possível saber, se a meta está sendo executada acima, abaixo ou dentro do esperado.
  1. Diagrama de Causa-efeito – Também conhecido como Diagrama de Ishikawa ou Espinha de Peixe, tem como objetivo analisar as causas de determinado problema/situação e também seus efeitos na empresa. É aplicado para avaliar elementos como gestão de pessoas, ambiente organizacional, qualificação da mão-de-obra, metodologia de trabalho entre outros.
  1. Folhas de verificação – São modelos de planilhas e tabelas, prontas, que facilitam a coleta de dados, a verificação de números e indicadores. Esta ferramenta elimina a perda de tempo, como também a necessidade de criar novas folhas, a cada vez que estas verificações são necessárias.
  1. Histogramas – Representados por meio de gráficos e colunas retangulares, os Histogramas têm por finalidade distribuir e analisar a frequência dos dados coletados, como por exemplo, a evolução dos níveis de glicose de um paciente, tendo como fontes coletas de sangue, realizadas mensalmente, durante o período de seis meses. Este mapeamento periódico serve para acompanhar a evolução do processo e traçar estratégias especificas para que o objetivo esperado seja alcançado.
  1. Gráfico de dispersão – Utilizado para representar duas variáveis distintas de uma mesma análise, o Gráfico de Dispersão é ilustrado pelas letras X e Y, e sua finalidade é avaliar dois pontos de uma mesma questão. Com isso, o objetivo é fazer uma relação/associação entre elas, de modo que seja possível comparar os diferentes efeitos de uma ação, sobre dois grupos de colaboradores, por exemplo, e comparar os resultados, antes e depois, de tal processo, ter sido aplicado.
  1. Diagrama de Pareto – Segundo Pareto, autor da Teoria 80/20, 80% é consequência e 20%, apenas, a causa de tudo o que ocorre. Ou seja, para ele, existem muitos problemas menores concorrendo com problemas importantes, nos quais deveríamos realmente nos concentrar. Por isso, o objetivo desta teoria é identificar mais facilmente estes problemas, suas causas e consequências, e focar as energias para resolvê-los plenamente. O diagrama permite esta visualização e, por meio dos dados, nele apresentados, tomar decisões mais assertivas sobre como atender cada questão.

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