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Constelação Organizacional 2º Princípio: Pertencimento

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Constelação Organizacional - Pertencimento

Monkey Business Images Constelação Organizacional – Pertencimento

Desenvolvida a partir da constelação familiar, método criado para solucionar conflitos e problemas presentes nas relações familiares, surgiu também a constelação organizacional criada pelo psicoterapeuta Bert Hellinger.

Hellinger viu que era possível aplicar os mesmos conceitos e métodos da constelação familiar dentro do contexto empresarial, apenas fazendo as adaptações necessárias.

A partir da daí ele desenvolveu a constelação organizacional, também conhecida como constelação profissional com o intuito de promover o equilíbrio empresarial e resolver problemas e conflitos existentes no meio corporativo.

Segundo Bert existem 3 princípios específicos que regem as relações sociais: a hierarquia, que trata do respeito a posições mais elevadas, a igualdade que trata do equilíbrio entre dar um serviço e receber o reconhecimento por ele e o pertencimento que trata justamente do desejo e da necessidade de fazer parte de um grupo.

No artigo anterior explanei mais a fundo sobre a hierarquia e sua importância no sistema empresarial. Hoje quero compartilhar com você o 2º princípio da Constelação Organizacional – o pertencimento. Confira abaixo!

 

2º princípio da Constelação Organizacional: Pertencimento

Para que um profissional pertença ao grupo da empresa é necessário que ele compreenda, respeite e obedeça as regras, padrões e políticas adotadas pela organização e pratique estes comportamentos em sua função e no dia a dia corporativo. Ou seja, ele pertence à empresa e a tudo o que está ligada a ela, seus valores, objetivos, missão, clima e padrões.

Assim, tudo o que acontece dentro dela pode impactar seus colaboradores e desequilibrar ou não o sistema. Quer um exemplo prático de como isso funciona? Suponhamos que um determinado colaborador seja dispensado sem nenhum motivo aparente, os outros funcionários tomarão as “dores” do profissional e julgarão esta atitude como uma injustiça desencadeando um desequilíbrio no sistema da empresa. Isso porque outros colaboradores podem também se sentir injustiçados promovendo pedidos de demissões coletivos ou então, no pior dos casos, podem promover insubordinação do grupo.

E, diante deste conflito, é necessário que a empresa sane o problema para que o sistema volte a ser o que era antes e o equilíbrio volte a ser estabelecido na organização.

Sendo assim, quando o pertencimento juntamente com a igualdade e a hierarquia são respeitados, todo o processo empresarial corre naturalmente e a chance de surgirem conflitos e problemas são menores.

Como funciona a constelação organizacional na prática

 

Durante o processo, o profissional, seja o gestor, coordenador ou líder, relata ao constelador o conflito a ser resolvido e, a partir dele, determina pessoas de fora da empresa ou objetos, no caso do processo ser conduzido de forma particular e individualizada, para representar as outras pessoas ou colaboradores envolvidos no problema a ser resolvido.

Em seguida, o cliente determina, de maneira intuitiva, os locais onde deve estar cada profissional.  A partir daí, cada representante envolvido na constelação fala ao cliente e ao constelador quais são suas sensações em estar naquele ponto ou lugar, onde pretendia realmente estar e se mais pessoas devem ser adicionadas à metodologia.

Em seguida, a posição dos representantes é alterada e eles devem se mexer até que estejam no contexto da condição almejada pelo cliente de forma que haja equilíbrio na empresa e as metas sejam atingidas de forma satisfatória.

Este artigo foi interessante para você? Então lembre-se de sempre se lembrar de nunca esquecer de curtir e compartilhar o conhecimento em suas redes sociais.

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